terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

(Novos Rumos) Sobre o post "anterior"...

No decurso do “post” anterior e no contexto de uma discussão saudável e, acima de tudo, importante. Acabei por chegar à reflexão que abaixo transcrevo.

Luz e Abraço, minha Gente!




Primeiro quero referir que vejo um “certo” interesse em colocar as nações umas contra as outras. Reconhecer isso deve ser o foco principal dos europeus e cidadãos do mundo em geral neste momento, tem que haver muita lucidez da parte de cada pessoa.

Em relação ao Keiser, especificamente, sinto alguma histeria colocada nas suas declarações que me parece ridícula, irresponsável, e só não a chamaria tendenciosa porque ele menciona abertamente a ligação de governantes alemães à G&S.

Reconhecendo que há aspectos desta declaração sobre os quais não tenho um conhecimento de causa suficiente, o que quero deixar claro é que o seu teor geral, a meu ver, é uma análise óbvia e que requer o tal exame lúcido. Basta olhar para o que aconteceu na Argentina há uns anos atrás, porque é quase um “remake”: destruiu-se o país economicamente (partindo de certas carências estruturais, é verdade), para depois se tomar de assalto e privatizar tudo o que dava (ou poderia dar) lucro, como por exemplo a transportadora aérea nacional. Também se argumentava (absurdamente) que os argentinos eram todos calões, lascivos, desorganizados, etc, e independentemente das tais carências que apontei, acima de tudo foram canibalizados pelo FMI e seus acólitos. Aliás uma prática que minou a América Latina durante décadas e da qual aqui na Europa pouca gente quis saber. Porquê? Porque os europeus não se sentiam lesados! E quando é que mudou? Bem, é que parece claro que o “teatro de guerra” mudou de lugar e agora estamos todos muito indignados com as atrocidades financeiras cometidas por alguns grupos económicos só porque já são sentidas na pele!

De minha parte não demonizo os alemães, e só posso falar por mim, aliás oponho-me a isso, acho estupidez e uma tremenda inconsequência! O que sinto é que estão PERIGOSAMENTE mal governados por um grupo de pessoas ou incompetentes ou claramente ligadas aos interesses das grandes multinacionais que operam por detrás do FMI, e isto é um facto, não é uma teoria de conspiração. Mas mais do que isso, acho que o povo alemão devia tomar uma posição em relação a isso, porque desta vez não é como das anteriores (refiro-me às Grandes Guerras), têm informação suficiente para deter as pessoas que supostamente representam os seus interesses e que basicamente estão a causar grandes danos a TODOS, inclusive a eles próprios, porque a continuar teria sérias repercussões.

Sobre a Grécia, da mesma maneira que não demonizo os alemães também não beatifico os gregos, pelo contrário, pelo que percebi, também acho que havia ali privilégios absurdos (como por cá). Mas quando se chega a uma altura em que se sente claramente que a sua nação está sob ocupação, o que esperar!? Então passa-se do oito ao oitenta e espera-se que as pessoas fiquem calmas e serenas? Não me parece. Se houvesse interesse em recuperar a Grécia, e isso é viável, tal intenção seria expressa em medidas construtivas e não em programas que só enterram cada vez mais o país! Além disso a situação deles só chegou a este estado depois do colapso dos bancos que foram prontamente salvos em detrimento dos estados que pelos vistos podem coplapsar sem que isso seja minimamente problemático! O que acho é que os gregos, tal como os alemães (nós, e todos) devem fazer um mea culpa, ou melhor, assumir a sua responsabilidade individual, não aceitar medidas que os colocam num buraco sem saída, mas admitir que permitiram, por ignorância ou comodidade que as coisas chegassem a tal ponto. A partir daí trabalhar em torno de medidas construtivas que até se sabe quais são e não assentam única e exclusivamente no perdão das dívidas!

Em suma, alemães, gregos, portugueses, americanos, todos têm responsabilidades, não há bons nem maus. Sabemos de onde vem a ameaça, é de um capitalismo completamente desregulamentado, completamente desumanizado, que praticamente só serve os interesses de círculos económicos que pretendem substituir os Estados e estão perfeitamente identificados. Defendo uma solução semelhante à da Islândia, tomando em consideração as tais diferenças dimensionais e culturais:
  • Criação de governos regionais semi-autónomos que exploram os seus melhores potenciais, vivendo essencialmente disso;
  • Imediato e progressivo investimento em Energias Limpas e Alternativas, culminando em programas de autonomia energética das nações (o que facilita a implementação do processo anterior);
  • O mesmo para a Alimentação, reforçando-se programas de agricultura e pescas que acabem com a especulação financeira ao nível da alimentação procurando apenas garantir que todos têm igual direito a comida;
  • Reforço QUALITATIVO da Educação para promover e reforçar uma maior e melhor participação popular nas decisões regionais e estatais;
  • E adaptar as populações a uma realidade inevitável, o emprego nunca vai aumentar, só vai diminuir, porque a tecnologia está a criar uma automatização que diminui drasticamente a acção humana em termos de números, e para não haver caos na transição tem que se proceder a uma desvalorização do dinheiro, criar novos critérios económicos que, acima de tudo, não assentem numa deificação do lucro.
Dentro das minhas capacidades e conhecimentos, acho que até poderia escrever mais e melhor, mas pá, foi o que me saiu! Acima de tudo, acho que é um principio, porque sei que há muita gente a pensar nestes moldes, o que é já parte de um processo de concretização.

Joel

Concretizar a Mudança: vamos agir?

Deixo à atenção de quem quiser ver, ouvir e reflectir:



Não me revejo no histerismo com que a mensagem é transmitida, mas concordo com o teor geral porque, de resto, é óbvio.

Acho que estamos num momento em que cada um e cada uma deve assumir a sua responsabilidade individual: os portugueses devem tomar conta do seu país, limpá-lo de corruptos e grupos de interesse; os gregos o mesmo e talvez começar a trabalhar mais e a falar menos; os alemães, ao contrário do que aconteceu na II Grande Guerra, já não têm desculpas e podem impedir o seu (des)governo de mais uma vez fazer merda da grossa, até porque no final sobra sempre o pior para eles... etc... etc... etc...

Quanto às "grandes" empresas, porque não me parece que isto seja um conflito entre países, o que me parece é que se quer que nisso se torne, o que se sabe de um tumor é que se prolifera até destruir por completo o corpo de que se alimenta, culminando na sua própria extinção...

As alternativas existem, são concretas, estão prontas a ser aplicadas nos domínios da Energia, Saúde, Educação e próprio modo de Governação. Independentemente de questões dimensionais e culturais, até temos um caso prático de sucesso, refiro-me à Islândia, basta que cada pessoa investigue por si.

Pensemos, sintamos e tomemos acção, positiva e construtivamente!

Bem sei que ninguém me perguntou nada, mas hoje ocorreu-me dizer algo à janela!

Tudo de bom!

Luz e Abraços

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sobre o "sucesso"...


(foto que encontrei no facebook e cuja autoria desconheço, mas que ainda assim seguem daqui os devidos créditos)

Uma visão "sóbria" do "2012"

Vou partilhar uma entrevista que gostei de ler sobre esta questão do ano de 2012. Diria que acima de tudo, prima pela sobriedade.


Boa Leitura, Muita Luz, e Bom Coração!




'Profecía del 2012 será sobre crisis de conciencia': Fernando Malkún

El experto en cultura maya explica lo que escribió esta civilización sobre el próximo año.

Hace quince años, Fernando Malkún, barranquillero de origen libanés, dejó la arquitectura que había estudiado en la Universidad de los Andes, y a la que se había dedicado casi una década, para responderse preguntas que se le atravesaron en su vida. Durante ese recorrido se encontró con la cultura maya y se dedicó por completo a su estudio. Hoy es un experto en el tema, con reconocimiento internacional, y se mantiene de viaje por el mundo explicando el mensaje que esa civilización dejó para los seres humanos.

¿Los mayas dijeron que se iba a acabar el mundo en el 2012?

Se está generando un pánico colectivo absurdo aduciendo que ellos habían anunciado que el mundo se acabaría en diciembre del 2012. No es cierto. Los mayas nunca usaron la palabra fin. Sí anunciaron un momento de cambio, de gran aumento de la energía del planeta, lo que vendría a causar 'eventos destino', es decir, definitivos, en la gente.

¿Cuándo va a pasar esto?

No va a pasar: está pasando. Solo que las personas no están juntando todas las piezas del rompecabezas para verlo. Pero estamos en una ola de cambio como nunca.

¿En qué se percibe, según lo dicho por los mayas?

La profecía anunció que el planeta elevaría su frecuencia vibratoria, lo que es un hecho: esta frecuencia -que se mide con la resonancia Shumann- pasó de 8 a 13 ciclos. Todos los planetas del sistema solar están cambiando. De 1992 a hoy, los polos de Marte han desaparecido un 60 por ciento y Venus tiene casi dos veces más luminiscencia. Llevamos 300 años registrando el Sol, y las tormentas solares más grandes han sucedido en los últimos seis meses. Ha habido un aumento de terremotos del 425 por ciento. Todo está acelerado desde los puntos de vista geofísico y solar. Nuestro cerebro, que irradia sus propias ondas, se afecta por esta mayor irradiación del sol. Esa carga electromagnética es la razón de que sintimos el tiempo más rápido.

Habla de 1992. ¿Por qué ese año?¿qué pasó ahí?

La esencia de las profecías mayas es comunicarnos la existencia de un ciclo de 26 mil años, llamado 'el gran ciclo cósmico'. Todo, estaciones, meses, días, se ajusta a ese ciclo. Hace 13 mil años, el Sol -igual que ahora- irradió más energía sobre el planeta y derritió la capa de hielo. Esa capa cayó al mar, subió su nivel en 120 metros y sucedió el llamado 'diluvio universal'. Los mayas dijeron que cuando el sistema solar esté otra vez a 180 grados de donde estaba hace 13 mil años, la estrella polar brille sobre el polo, la constelación de Acuario aparezca en el horizonte y el tránsito decimotercero de Venus se dé -lo que sucederá el 6 de junio del 2012- el centro de la galaxia pulsará y habrá manifestaciones de fuego, agua, tierra, aire. Y hablan, en específico, de dos periodos de veinte años -de 1992 a 2012 y de 2012 a 2032- de cambios intensos.

¿Para qué lo anunciaban?

La cercanía a la muerte hace que la gente repiense su vida, la examine y corrija la dirección que lleva. Esto es algo que ocurre solo si algo cerca a ti, o que te pasa directamente, te impacta tremendamente. Es lo que ha sucedido con los tsunamis, los terremotos, los eventos de la naturaleza que estamos viviendo.

Entonces, sí hablan de muerte.

Hablan de un cambio, de un despertar de la conciencia. Todo lo que está mal en el planeta se está potenciando con el objetivo de que la mente humana se dedique a resolverlo. Hay una crisis de conciencia individual. La gente está viviendo 'eventos destino', sea en sus relaciones, en sus recursos, en su salud. Es un proceso de cambio que se basa sobre todo en que se está develando lo invisible, y está afectando en especial a la mujer.

¿Por qué a la mujer?

La mujer es quien tendrá el poder de crear la nueva era, por su mayor sensibilidad. Según las profecías -no solo mayas, sino muchísimas-, la era que viene es de armonía y espiritualidad. Las cosas que están mal se van a resolver en el periodo que los mayas llamaron 'el tiempo del no tiempo', que irá de 2012 a 2032. Desde 1992, el porcentaje de mujeres que ven el aura (seres sanadores) en el planeta ha subido. Hoy, es del 8,6 por ciento. Imagínate que en 2014 sea el 10 por ciento. Significaría el inicio de un periodo más transparente. Esa sería la dirección hacia el cambio no violento.

Pero lo que uno ve hoy es un aumento de la agresividad...

Las dos polaridades están intensificadas. Están abiertos ambos caminos, el negativo, oscuro, de destrucción, de enfrentamiento del hombre con el hombre; y el de crecimiento de la conciencia. Hay varias voces que están poniendo a reflexionar al ser humano respecto de esto. Desde 1992, la información vedada de los gnósticos, los masones, los illuminati, está abierta para que se utilice en el proceso de cambiarse a sí mismo.

¿Todo esto lo dejaron escrito los mayas, así de específico?

No hasta este punto. Ellos dijeron que el sol iba a modificar las condiciones del planeta y que generaría 'eventos destino'. El sol ha roto todos los récords este año. Los terremotos han aumentado el 425 por ciento. El cambio de temperatura es muy intenso: del 92 para acá ha subido casi un grado, lo mismo que subimos en los 100 años anteriores. Antes, había 600 o 700 tormentas eléctricas simultáneas; hoy se presentan dos mil. Antes se registraban 80 rayos por segundo, hoy caen entre 180 y 220.

¿Cómo sabían ellos que iba a pasar esto?

Tenían una tecnología extraordinaria. En sus pirámides había altares desde donde estudiaban el movimiento del sol en el horizonte. Producían gráficas con las cuales sabían cuándo habría manchas solares, cuándo sucederían tormentas eléctricas. Fue un conocimiento que recibieron de los egipcios, que, a su vez, lo recibieron de sacerdotes sobrevivientes de la Atlántida, la civilización destruida hace 13 mil años. Los mayas perfeccionaron el conocimiento y fueron los creadores de los calendarios más exactos. Uno, llamado 'la cuenta larga', termina el 21 de diciembre de 2012, y marca el punto del centro exacto del periodo de 26 mil años. Sabían que vendrían estos cambios y lo que hicieron fue darle esta información al hombre del 2012.

¿Estos cambios solo han sido planteados por ellos?

Todas las profecías hablan de lo mismo. Las hindúes, por ejemplo, anuncian el momento de cambio y hablan de la llegada de un ser extraordinario. Los mayas nunca hablaron de un ser extraordinario que viniera a salvarnos, sino de crecer en conciencia y asumir nuestra responsabilidad.

¿Y si uno no cree en eso?

Creas o no, lo vas a sentir en tu interior. En este momento, la mayoría está viviendo un tiempo de evaluación de su vida. ¿Por qué estoy aquí, qué está pasando, para dónde quiero ir? Basta mirar el crecimiento de la búsqueda de espiritualidad, no de religiosidad, porque la religión no le está dando respuestas a la gente.

¿Su vida personal cambió?

Hace quince años. Era tremendamente materialista. Mi conducta hoy es muy distinta. Me pregunté por qué estaba aquí, para qué, y por razones especiales terminé metido en el mundo maya. Y puedo afirmar que no se trata de falsas creencias para remplazar por falsas creencias. Yo me quité muchas historias de mi mente, aunque aún sigo en el tercer nivel de conciencia, que es el que predomina en el planeta.

¿Quiénes están más arriba?

Hay personas que están en un nivel 4 o 5. Son las menos famosas, de bajo perfil. En un viaje me encontré a un jardinero extraordinario, por ejemplo. Esos seres están en servicio permanente, afectando la vida de muchas personas, pero no de manera pública.

¿Qué tenemos que hacer, según esta teoría?

El universo nos está dando una oportunidad individual para reestructurar nuestras vidas. La manera de sincronizarnos es, primero, no tener miedo, darnos cuenta de que podemos cambiar nuestra conciencia. La física cuántica ya lo ha dicho: la conciencia modifica la materia. Lo que significa que tu vida depende de lo que tú pienses. La distancia entre causa y efecto ha disminuido. Hace veinte años, para que se manifestara algo en tu vida, necesitabas gran energía. Hoy, piensas algo y a la semana está sucediendo. Tu mente lo causa. Lo que debemos es buscar las respuestas, que están ahí.

MARÍA PAULINA ORTIZ
REDACCIÓN EL TIEMPO